Quem já precisou adquirir medicamentos de alto custo sabe o quanto esse processo pode ser desgastante, tanto emocional quanto financeiramente.
Seja no tratamento de doenças raras, crônicas ou oncológicas, os valores praticados no mercado nacional muitas vezes ultrapassam as possibilidades dos pacientes, mesmo daqueles que possuem plano de saúde ou tentam recorrer a programas públicos.
A diferença de preços entre farmácias e distribuidoras brasileiras e os valores praticados em outros países chama a atenção.
Muitos medicamentos que custam dezenas de milhares de reais aqui, podem ser encontrados por preços significativamente mais baixos em mercados internacionais. Mas será que é possível acessar esses medicamentos de forma segura e legal?
Neste artigo, você vai entender quais medicamentos são considerados de alto custo, quem tem direito a recebê-los gratuitamente, e por que a importação de medicamentos se tornou uma alternativa viável e estratégica para tornar o tratamento mais acessível, inclusive com assessoria especializada. Boa leitura!
Quais medicamentos são considerados de alto custo?
Medicamentos de alto custo são aqueles cujo valor de aquisição compromete significativamente o orçamento de uma pessoa ou família.
Em geral, esses medicamentos fazem parte de tratamentos complexos e contínuos, muitas vezes usados em doenças como:
- Câncer (em diferentes estágios e tipos)
- Esclerose múltipla
- Doenças autoimunes e inflamatórias crônicas
- Doenças raras e genéticas
- HIV/AIDS e hepatites virais
- Fibrose cística, entre outras
Esses medicamentos costumam ter preço elevado porque envolvem tecnologias avançadas de pesquisa, fabricação, transporte e armazenamento.
Alguns exemplos incluem terapias-alvo, imunoterapias e medicamentos biológicos, que são altamente eficazes, mas com custo elevado.
Na prática, qualquer medicamento que tenha custo acima da média para o tratamento de uma determinada condição pode ser considerado “de alto custo”, especialmente se não for oferecido regularmente pelo SUS ou pelos planos de saúde.
Quem tem direito a medicamentos de alto custo?
No Brasil, o acesso a medicamentos de alto custo pode ser viabilizado por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), desde que o medicamento conste em protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do Ministério da Saúde.
Em casos mais específicos, é possível ingressar com ações judiciais para garantir o fornecimento, especialmente quando o remédio é prescrito por um médico e não está disponível na rede pública.
Além do SUS, planos de saúde também podem ser obrigados a fornecer medicamentos de alto custo, desde que a medicação esteja registrada na Anvisa e prescrita para uso conforme o rol da ANS.
No entanto, o processo nem sempre é simples, envolve burocracia, prazos longos e muitas vezes a negativa inicial das operadoras. Diante desse cenário, muitos pacientes buscam outras soluções.
A importação de medicamentos tem sido uma alternativa segura e rápida para quem precisa iniciar ou dar continuidade ao tratamento com urgência, especialmente quando falamos de medicamentos oncológicos importados e outras terapias que ainda não chegaram ao Brasil.
Por que importar medicamentos de alto custo?
Importar um medicamento pode parecer, à primeira vista, algo complexo e até arriscado. Mas, na prática, quando feito com assessoria especializada e seguindo todas as normas da Anvisa, trata-se de uma alternativa totalmente legal e acessível. Confira algumas das principais vantagens:
1. Redução de custos significativos
A diferença de preços entre o mercado internacional e o brasileiro pode ser expressiva. Em muitos casos, mesmo com frete e taxas, a importação de medicamentos pode resultar em economia de até 60%.
2. Acesso a tratamentos indisponíveis no Brasil
Diversos medicamentos inovadores são aprovados e comercializados antes no exterior. Com a importação, pacientes têm acesso antecipado a essas terapias, o que pode impactar diretamente na resposta ao tratamento.
3. Segurança e rastreabilidade
Importações feitas com empresas especializadas garantem a origem do medicamento, as condições ideais de transporte e o cumprimento das exigências legais brasileiras. Isso assegura ao paciente que o produto é original, com qualidade garantida.
4. Agilidade no processo
Diferente dos processos judiciais ou de aprovação via SUS, a importação pode ser realizada em poucos dias ou semanas, garantindo que o paciente inicie o tratamento no tempo adequado.
Esses pontos tornam a importação de medicamentos uma solução real para quem está em busca de alternativas para custear tratamentos de alto valor, sem abrir mão da qualidade ou segurança.
Como funciona o processo de importação?
O processo de importação legal de medicamentos de alto custo pode ser iniciado com a receita médica e o laudo que justifica a necessidade do tratamento.
Com esses documentos em mãos, uma empresa especializada pode realizar a cotação internacional e cuidar de toda a burocracia, como autorização da Anvisa, liberação alfandegária, transporte adequado e entrega.
É possível consultar a lista de medicamentos importados para verificar quais já estão disponíveis para aquisição sob demanda e entender melhor as condições para viabilizar a importação.
Muitas vezes, o primeiro passo é a solicitação de orçamento. A partir daí, com a aprovação do pedido, o processo é iniciado e o medicamento chega diretamente ao endereço indicado, seja na casa do paciente ou na unidade de saúde onde será administrado.
Importar medicamentos de alto custo é uma alternativa viável e segura
Os medicamentos de alto custo representam um desafio real para milhares de pacientes no Brasil.
Os valores elevados, a burocracia para acessar o SUS ou planos de saúde e a indisponibilidade de alguns fármacos tornam o cenário ainda mais complexo.
Nesse contexto, a importação de medicamentos surge como uma alternativa estratégica e segura para viabilizar tratamentos de alta complexidade com economia, agilidade e confiabilidade.
Se você precisa de um medicamento que está fora da sua realidade financeira ou ainda não chegou ao Brasil, contar com uma assessoria completa pode ser o primeiro passo para retomar o tratamento com tranquilidade e dignidade.