Pharmaimports

Quanto custa importar um medicamento?

Frasco de medicamento com comprimidos sobre notas de euro, ilustrando quanto custa importar um medicamento

Afinal, quanto custa importar um medicamento? A verdade é que o valor pode variar de alguns milhares a dezenas de milhares de reais, dependendo principalmente do preço do medicamento no exterior e da cotação da moeda. Despesas como frete e logística também podem impactar o valor total.

Por isso, ao avaliar quanto custa importar um medicamento, é importante considerar que cada caso é único, e o ideal é sempre solicitar uma cotação personalizada para ter uma estimativa mais precisa.

Neste guia, você vai entender quais são todos os fatores que influenciam no valor final da importação de medicamentos e também o passo a passo de como importar medicamentos para o Brasil. Acompanhe!

Quanto custa importar remédio?

O custo para importar um medicamento pode variar bastante, mas, de forma geral, os valores podem ficar entre R$ 5 mil e R$ 150 mil por mês, dependendo do tipo de tratamento e do medicamento utilizado.

Em casos de câncer de mama, alguns medicamentos oncológicos importados podem custar entre R$ 20 mil e R$ 60 mil por mês. Já terapias mais modernas, como as terapias-alvo, podem ultrapassar esse valor.

Para entender melhor quanto custa importar um medicamento, é importante saber que o preço final não depende apenas do valor do remédio em si, vai depender:

  • do preço do medicamento no exterior;
  • da taxa de câmbio (dólar ou euro);
  • do frete internacional;
  • de custos logísticos;
  • e de possíveis impostos.

Quais fatores influenciam no custo total de um tratamento importado?

1. Valor do medicamento no exterior

O primeiro e mais importante fator é o preço do medicamento no país de origem. Importar medicamentos oncológicos, por exemplo, costuma ter valores mais altos, mesmo fora do Brasil. O preço pode variar entre os fornecedores internacionais, por isso é importante contar com uma assessoria especializada para garantir melhores condições.

2. Câmbio (variação da moeda)

Como a compra é feita em moeda estrangeira, o valor do dólar ou do euro no momento da compra influencia diretamente o custo final. Mesmo pequenas variações cambiais podem gerar diferenças no orçamento, principalmente em tratamentos contínuos.

3. Frete e logística internacional

O frete e impostos em medicamentos importados são pontos que merecem atenção. O transporte internacional pode variar conforme:

  • país de origem;
  • tipo de envio (expresso ou padrão);
  • condições especiais de transporte (como refrigeração).

Medicamentos oncológicos importados, por exemplo, muitas vezes exigem um tipo de transporte controlado, o que pode aumentar o custo logístico. 

Além disso, é importante destacar que, para pessoas jurídicas (empresas), a importação de medicamentos não é isenta de impostos. Nesses casos, podem incidir tributos como o Imposto de Importação (II), geralmente em torno de 0% a 14%, dependendo do produto.

4. Urgência da entrega

Em muitos casos, o paciente não pode esperar. Isso faz com que o envio expresso seja necessário, o que pode elevar o custo.

Importar remédio paga imposto?

A importação de medicamentos para pessoa física com valor de até 10 mil dólares não precisa pagar imposto de importação, desde que respeitadas as regras estabelecidas pela Lei 15.071, de 2024. Portanto, o medicamento:

  • deve ser para uso próprio do comprador;
  • não pode ser para revenda;
  • precisa apresentar receita médica;
  • e deve seguir as normas de fiscalização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Como funciona a importação de medicamentos?

1. Receita médica obrigatória

Tudo começa com a prescrição médica. A receita precisa estar válida (geralmente até 180 dias) e conter informações completas, como: 

  • nome do paciente;
  • nome do medicamento ou princípio ativo;
  • posologia e quantidade necessária;
  • além da assinatura, carimbo e CRM do médico. 

2. Separação da documentação

Além da receita, é necessário apresentar documentos do paciente, como CPF e RG (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade). Se a importação for feita por um responsável, os documentos dele também podem ser solicitados.

3. Cotação e compra com fornecedor internacional

Após a validação dos documentos, é feita a cotação do medicamento no exterior. O preço vai depender muito da disponibilidade no estoque e do país de origem. O ideal é trabalhar com fornecedores confiáveis, para garantir a procedência e a segurança do medicamento.

4. Envio por remessa internacional

O medicamento é enviado ao Brasil por remessa expressa (courier) ou postal. Dependendo do tipo de medicamento, empresas autorizadas realizam esse transporte com controle de temperatura e condições específicas. O paciente também pode acompanhar o envio por meio de um código de rastreio.

5. Fiscalização e liberação pela Anvisa

Ao chegar no Brasil, o medicamento passa pela análise da Anvisa. Nessa etapa, a agência verifica se a importação atende às normas sanitárias. Em muitos casos, não é necessário pedido prévio, apenas a apresentação da documentação correta. No entanto, medicamentos com substâncias controladas podem exigir uma análise da Anvisa.

6. Entrega no endereço do paciente

Após a liberação, o medicamento segue para entrega no endereço informado, podendo ser enviado para o hospital ou para a residência do paciente. O prazo pode variar, mas com a assessoria da Pharmaimports o medicamento costuma chegar entre 5 a 7 dias.

Como você viu, o processo de importação de medicamentos é totalmente viável e legal quando feito corretamente. E com o suporte de uma assessoria, como a Pharmaimports, é possível reduzir burocracias, evitar erros e garantir que o medicamento chegue com segurança dentro do prazo necessário.

Conte com a Pharmaimports para importar medicamentos

Na Pharmaimports, cada paciente é tratado com atenção e respeito, porque sabemos que o acesso rápido ao tratamento faz toda a diferença.

Somos especialistas em importação de medicamentos especiais e oncológicos, oferecendo orçamentos e cuidando de todo o processo logístico de medicamentos. Trabalhamos com uma rede internacional de fornecedores confiáveis, garantindo preços justos e agilidade.

Se você precisa importar um medicamento ou quer entender melhor os custos do seu tratamento, entre em contato com a nossa equipe e solicite um orçamento.

Veja mais: Como importar medicamentos oncológicos

FAQ (Perguntas Frequentes)

Qual o preço de medicamento oncológico importado?

O preço pode variar bastante, mas pode chegar a R$ 150 mil por tratamento. O valor de importação de medicamentos no Brasil depende principalmente do país de origem do medicamento, da duração do tratamento e do fornecedor internacional.

O governo zerou o imposto de importação de medicamentos?

Sim, mas somente para os medicamentos importados por pessoa física e para uso próprio, com valores de até US$ 10 mil. A isenção só vale para medicamentos que não tem finalidade comercial.

Quais medicamentos são isentos de impostos?

A isenção de impostos vale para os medicamentos de uso humano, importados por pessoa física, destinados a tratamento próprio e com valor de até US$ 10 mil por remessa. Ficam de fora os suplementos, cosméticos e produtos veterinários.

Como importar medicamentos para pessoa física?

Para importar medicamentos, é comum contar com o apoio de uma assessoria especializada, que auxilia em todas as etapas do processo. Para isso, é necessário apresentar uma receita médica contendo o nome do medicamento, a posologia e a assinatura do médico. 

Além da prescrição, também é preciso disponibilizar documentos pessoais, como CPF e RG. Com essa documentação, o medicamento pode ser adquirido de um fornecedor internacional autorizado, desde que siga as exigências da Anvisa para importação.

Preciso de autorização prévia da Anvisa para importar medicamentos?

Na maioria das situações, não é necessário solicitar autorização da Anvisa antes da compra. No entanto, de acordo com a RDC nº 81/2008 da Anvisa, todo medicamento importado por pessoa física passa obrigatoriamente por fiscalização sanitária ao chegar ao Brasil. Nesse momento, a Anvisa analisa a documentação e a receita médica e decide se pode liberar a entrada do medicamento.

No entanto, os medicamentos com substâncias controladas ou não autorizadas no Brasil precisam passar por uma avaliação prévia da Anvisa.

Compartilhe:

Veja mais posts